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O que o jogo custa para você? Pare na hora.

Recursos de ajuda para o vício em jogos de azar

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Que recursos podem ajudar no tratamento de vício?

O tempo de jogo, a quantidade de dinheiro investido e as tentativas frustradas de desistir das apostas são alguns dos fatores para o diagnóstico do transtorno do jogo compulsivo.

Discernir uso, abuso e dependência, segundo a psicóloga, é uma tarefa difícil. Por isso, ela aconselha que tanto jogadores quanto amigos e familiares fiquem atentos aos sinais de alerta e sejam compreensivos com quem sofre com o transtorno. “A família acaba sentindo o mal associado ao comportamento e, muitas vezes, fica com raiva”, diz ela.

No Brasil, grupos de jogadores anônimos são mais comuns. O tratamento com profissionais, como no PRO-Amjo, consiste principalmente em psicoterapia. “A pessoa aprende quais são os gatilhos que a fazem jogar, aprende a criar disciplina […] e a lidar melhor com suas próprias emoções.”

“Embora pareça difícil, se você fizer o tratamento, o jogador se recupera. Ele fica bem e percebe muitas coisas que não percebia antes, vale a pena investir e buscar ajuda”, finaliza Maria.

Mais informações sobre o transtorno do jogo, tratamento, apoio aos familiares e orientações aos profissionais de saúde estão disponíveis no site www.viraojogo.org.br/portal/.

Antes de falar em jogos de azar e contravenção penal é importante ter em mente que existem organizações que ajudam pessoas que são viciadas ou então estão ainda se viciando nessa modalidade.

Geralmente intituladas de Jogadores Anônimos, esses grupos reúnem indivíduos que precisam de auxílio para lidar com seus vícios. Existem também clínicas terapêuticas, as quais oferecem apoio para jogadores compulsivos e permite que eles tenham ajuda por parte de quem entende como lidar com esse problema. Além disso, internacionalmente também existem organizações que ajudam, caso o indivíduo fale inglês, como a GamCare, por exemplo. Para participar dessas empresas de azar no jogo você pode acessar o site oficial delas e preencher o formulário para contato. Além disso, no caso das instituições brasileiras, é possível entrar no portal online e ver o telefone de contato. Ao final, basta ligar para receber informações relacionadas ao tema do vício em jogos de sorte.

Apesar de existir, o jogo responsável por si só não é capaz de prevenir que algumas pessoas acabem se viciando em jogos de azar. Por isso, diversas organizações se reuniram para ajudar pessoas que são viciadas nessa modalidade e precisam de ajuda para sair da situação que se encontram.

Uma das campanhas mais famosas do mundo em relação aos jogos de azar permitidos no Brasil pela internet é o When the Fun Stops – STOP, ou seja, Quando e Felicidade Acabe – PARE. Criada pela BeGambleAware.org, uma organização do Reino Unido, a ideia da campanha promocional é ajudar as pessoas a controlarem seus gastos nessa modalidade.

Entre os postulados apresentados pela campanha estão:

  • A definição de limites quando você começa a jogar um jogo de azar;
  • Não apostar caso você esteja irritado;
  • Apostar somente o que você consegue pagar;
  • Não evitar seus amigos para poder jogar;
  • Não ficar caçando suas derrotas em busca de vingança.

Especificamente no Brasil instituições como a Associação Nacional por uma Economia de Comunhão (Anpecom) e a Associação Cultural e de Cidadania (Civitas) atuaram juntas em busca de uma campanha nacional para alertar brasileiros sobre os jogos de azar e como eles são perigosos.

Onde encontrar ajuda no Brasil offline:

  • Programa Ambulatorial do Jogo Patológico do Hospital das Clínicas Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP
  • Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 – Cerqueira César – São Paulo – SP Contatos: Telefones: (11) 2661-7805 | (11) 2307-7805 e-mail: [email protected]

  • Santa Casa de Misericórdia
  • Rua Santa Luzia, 206 – Centro – Rio de Janeiro – RJ Contatos: Telefone: (21) 2533-0118

  • PROAD (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes) Universidade Federal de São Paulo/ Escola Paulista de Medicina
  • Av. Ascendino Reis, 763 – Vila Clementino – São Paulo – SP Contatos: Telefone: (11) 5579-1543 / (11) 94147-0763 e-mail: [email protected]

  • Associação Viver Bem
  • Rua Artur de Azevedo, 147 – Cerqueira César – São Paulo – SP Contatos: Telefone: (11) 2307-7804 e-mail: [email protected]

Auto-ajuda para problemas de jogo

O maior passo para superar o vício do jogo é perceber que você tem um problema. É preciso muita força e coragem para admitir isso, especialmente se você perdeu muito dinheiro e relacionamentos tensos ou rompidos ao longo do caminho. Não se desespere e não tente ir sozinho. Muitos outros estiveram no seu lugar e conseguiram quebrar o hábito e reconstruir suas vidas. Você também pode.

  • Aprenda a aliviar sentimentos desagradáveis ​​de maneiras mais saudáveis. Você joga quando está sozinho ou entediado? Ou depois de um dia estressante no trabalho ou após uma discussão com seu cônjuge? O jogo pode ser uma maneira de acalmar emoções desagradáveis, relaxar ou socializar. Mas existem maneiras mais saudáveis ​​e eficazes de gerenciar seu humor e aliviar o tédio, como se exercitar, passar tempo com amigos que não jogam, adotar novos hobbies ou praticar técnicas de relaxamento.
  • Fortaleça sua rede de apoio. É difícil combater qualquer vício sem apoio, então entre em contato com amigos e familiares. Se sua rede de suporte for limitada, existem maneiras de fazer novos amigos sem depender de visitar cassinos ou jogar online. Tente entrar em contato com colegas de trabalho, ingressar em um time esportivo ou clube do livro, matricular-se em um curso de educação ou ser voluntário por uma boa causa.
  • Junte-se a um grupo de apoio de pares. Jogadores Anônimos, por exemplo, é um programa de recuperação de 12 passos inspirado nos Alcoólicos Anônimos. Uma parte fundamental do programa é encontrar um patrocinador, um ex-jogador que tenha experiência em permanecer livre do vício e possa fornecer orientação e apoio inestimáveis.
  • Procure ajuda para transtornos de humor subjacentes. Depressão, estresse, abuso de substâncias ou ansiedade podem desencadear problemas de jogo e ser agravados pelo jogo compulsivo. Mesmo quando o jogo não faz mais parte de sua vida, esses problemas ainda permanecem, por isso é importante resolvê-los.
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